domingo, 20 de setembro de 2009

Se o meu cão falasse diria que se soubesse a tua morada, hoje iria a uma florista e compraria a rosa mais vermelha e mais vulgar que lá houvesse, subiria ao teu andar, à tua porta e, sem qualquer aviso, colocar-te-ia a flor e um papel para saberes que ele existe. “A rosa aproxima-te da realidade”, estaria lá escrito.

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